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Xbox

The Walking Dead: Primeira Temporada – Review

Primeira parte do jogo segue o roteiro original dos quadrinhos e segura bem o suspense.

Apresentado nos quadrinhos, o mundo pós-apocalipse zumbi de The Walking Dead ganhou milhões de fãs com a série para TV. Não é nenhuma surpresa que os zumbis mais famosos atualmente também tenham sua versão para consoles.

Assim como na TV, o game The Walking Dead foi dividido em diversas temporadas. Algumas elas já estão disponíveis no Xbox Game Pass, serviço de assinatura da Microsoft para o Xbox One. Outros games que já estão por lá são Just Cause 4, Fallout 4 e Devil May Cry 5, entre outros títulos exclusivos para Xbox One.

 

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Em The Walking Dead: Primeira Temporada, como fica claro, o jogador dá os primeiros passos na saga. Como o game também foi construído em capítulos, é fácil acompanhar a narrativa e ficar curioso pelos capítulos seguintes.

 

Roteiro acompanha a história original

 

Da mesma forma que acontece nos quadrinhos e na série de TV, os eventos pré-apocalipse não são explicados. O game já começa na busca pela sobrevivência aos zumbis. Aqui, o jogador assume o papel de Lee. Após perder a família, Lee encontra a criança Clementine, que passa a depender apenas dele. A relação entre esses dois personagens é um dos pontos mais fortes de The Walking Dead: Primeira Temporada. Ao longo do game, os l aços entre Lee e Clementine ficam cada vez mais fortes.

Aliás, mais do que passar pelos zumbis, o jogo The Walking Dead também aposta alto nas relações entre os sobreviventes. As diversas facetas humanas têm papel importante na narrativa. Em uma história bem contada, a atenção com os personagens é um dos fatores que prendem a atenção. Com The Walking Dead: Primeira Temporada, não é diferente.

É fácil se emocionar com alguns momentos mais difíceis dos personagens. Assim como ter raiva daqueles que se deixam levar pela faceta mais desumana e egoísta. Mais um ponto positivo do game, que conduz bem o enredo. Quem já conhece a história, seja pelos quadrinhos ou pela série de TV, vai reconhecer os elementos da trama. Mas, mesmo que esse seja o primeiro contato com os zumbis de The Walking Dead, o jogador não fica perdido.

Sua narrativa bem construída rendeu o prêmio BAFTA Vídeo Games de Melhor História de 2013. Outro prêmio do título, no mesmo ano, foi o de Melhor jogo Móvel.

 

“Point and click”, pistas e decisões

 

A jogabilidade acompanha bem a narrativa de The Walking Dead: Primeira Temporada. O game aposta no formato “point and click”, ou apontar e clicar. Embora esse tipo de jogo tenha ficado meio de lado nos últimos anos, funciona sem problemas, principalmente para quem já está acostumado com esse tipo de dinâmica.

 

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Entre um ataque zumbi e outro, o gamer também precisa investigar os cenários em busca de pistas que o ajudam a avançar no game. E, em momentos mais específicos, The Walking Dead: Primeira Temporada também utiliza o Quick Time Event, que exige comandos exatos no tempo certo. Essa alternância deixa o game mais tenso e dinâmico, adicionando algumas doses de suspense.

Cada decisão do jogador tem uma consequência bem clara. Isso vale, até mesmo, para a construção do perfil de Lee, o protagonista, e em sua relação com Clementine. Dessa forma, não é difícil querer repetir o jogo para seguir caminhos diferentes e descobrir quais serão os novos rumos dessas escolhas. Uma ótima chance de prolongar o gameplay.

 

Gráficos não surpreendem, mas funcionam

 

Quem espera ver zumbis em gráficos ultra realistas daqueles de dar pesadelos, já deve ficar avisado que The Walking Dead: Primeira Temporada não é esse tipo de jogo. Seus gráficos seguem uma linha mais próxima de desenho animado do que da série de TV. A estética também não é a mesma das histórias em quadrinho, e nem tenta ser. O jogo The Walking Dead ganhou uma identidade visual própria.

Tendo isso em mente, o visual do game não vai causar nenhum incômodo e funciona direitinho, embora não seja o ponto alto do título. Mesmo com gráficos mais simples, os personagens apresentam expressões faciais bem trabalhadas, que colaboram com o envolvimento do jogador. Os diálogos também ajudam bastante, no ponto certo de conduzir a narrativa de forma fluída.

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