Curiosidades

Quais as diferenças entre as redes 4G, 4G+, 4.5G e 5G

Você sabe quais são as diferenças entre 4G, 4G+, 4.5G e 5G? Entenda porque existem diversos nomes para as conexões de internet nos celulares.

Assim como os smartphones, os planos de celular e a internet móvel também estão em constante evolução. À medida em que os celulares ficam mais potentes e os softwares exigem maior velocidade de conexão para funcionar, a internet móvel acompanha oferecendo o que é necessário.

Inicialmente, o 2G permitia o acesso a sites e navegadores de internet através de celulares. Então, vieram o 3G, o 4G, o 4.5G e, mais recentemente, ouvimos falar muito na internet 5G.

Cada um desses nomes representa, na verdade, uma geração da tecnologia que permite a conexão sem fio nos celulares. Basicamente, as ondas de rádio são emitidas através das antenas usadas pelas operadoras. Essas ondas chegam aos smartphones para que eles possam se conectar à internet.

A seguir, conheça um pouco mais sobre os tipos de conexão e saiba quais as diferenças entre as redes 4G, 4G+, 4.5G e 5G.

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O início das redes de internet móvel

 

O 2G, também conhecido como GSM, por exemplo, operava nas faixas 900 Mhz e 1.900 Mhz de rádio. Sua velocidade podia ir de 20 Kbps (Kbits por segundo) a 500 Kbps, em média.

Já o 3G foi padronizado no ano 2000. Ele ocupa faixas como 900 Mhz, 1.700 Mhz, 1.900 Mhz e 2.100 Mhz. Como usa bandas do 2G, a conexão mais antiga torna-se obsoleta com o passar do tempo.

Contudo, na internet 3G, a velocidade pode ir de 200 Kbps a até alguns Mbps (megabits por segundo), dependendo de alguns fatores.

Portanto, é importante ressaltar que existe um conjunto de elementos determinantes para que a conexão seja veloz e estável. Entre eles estão a infraestrutura da operadora, a cobertura da empresa na sua região, além da quantidade de antenas inclusas no seu celular

 

4G

 

Mais ou menos 10 anos depois da chegada do 3G, a indústria anunciou a internet 4G. Assim como os outros padrões, o 4G foi formalizado pela 3rd Generation Partnership Project (3GPP), que é uma organização internacional de telecomunicações.

Ainda mais veloz, ela ocupa as faixas de 2.500 Mhz e 1.800 Mhz, em que outras conexões não operam mais. Além disso, o fim da TV analógica liberou a faixa de 700 Mhz, que também vem sendo usada para o 4G, enquanto a internet 5G não chega ao país.

Em média, o 4G tem velocidade de cerca de 20 MB (megabits). Entretanto, testes mostram que ela pode ter picos de até 300 MB.

Uma pesquisa da OpenSignal divulgada em janeiro de 2019, por exemplo, aponta que a Claro é a operadora com a maior velocidade 4G do país. Contudo, a empresa marcou média de 18 Mbps. Já a segunda colocada foi a Vivo, com 13 Mbps.

4.5G e 4G+ são sinônimos

 

Claro e Vivo usam nomenclaturas como 4.5G, 4G+ e 4G Max. Entretanto, esses são apenas nomes comerciais que, basicamente, significam a mesma coisa. Além disso, outras empresas também podem usar a tecnologia LTE Advanced sem modificar o nome e continuar chamando a conexão de 4G, como é o caso da TIM.

Formalizado em 2011 pela 3GPP, o LTE Advanced é a tecnologia chamada em peças publicitárias de 4.5G ou 4G+, por exemplo. Contudo, sua principal diferença para o 3G ou o 4G comum é que utiliza até cinco faixas ao mesmo tempo. Isso é feito para que a largura de banda seja maior, possibilitando o tráfego de mais dados.

Uma analogia muito usada para explicar o 4.5G ou 4G+ é através da comparação com uma pista de carros com apenas uma faixa. Se muitos veículos utilizam aquela via, ela fica congestionada e lenta. Contudo, se ela ganha mais faixas, os carros podem trafegar com mais fluidez e velocidade. O primeiro caso seria o 4G e, o segundo, com mais faixas, representaria o 4.5G, por exemplo.

As bandas utilizadas pela conexão dependem da disponibilidade em cada região. Contudo, no Brasil, a Vivo e a Claro informam que combinam as faixas de 2.600 Mhz, 1.800 Mhz e 700 Mhz.

No entanto, a Claro afirma que usa uma tecnologia ainda mais avançada, o LTE Advanced Pro. Com isso, a operadora seria capaz de estabelecer a comunicação entre a antena e o smartphone por meio de quatro antenas de transmissão e quatro antenas de recepção. Assim, tende a oferecer conexões ainda mais estáveis e rápidas.

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5G

 

Já o 5G é a tecnologia mais avançada de todas as abordadas anteriormente. Entretanto, ela demanda muitas mudanças na indústria, seja por parte das operadoras ou das fabricantes de eletroeletrônicos.

Ela surgiu da necessidade de conexões ainda mais velozes e estáveis para tornar possíveis algumas tecnologias, principalmente as que englobam a Internet das Coisas (IoT).

Além disso, carros autônomos podem estar mais perto de se tornar realidade quando a internet 5G estiver estabelecida, permitindo que a tecnologia funcione com mais segurança. Isso porque sua latência, ou tempo de resposta, promete ser ainda menor, evitando falhas.

A velocidade da internet 5G pode ser de cerca de 10 Gbps (gigabits por segundo), representando uma grande evolução com relação ao 4G. Além disso, pode permitir que até 1 milhão de dispositivos estejam conectados a cada quilômetro quadrado.

Apesar do 5G estar em fase de testes em diversos países e já existirem celulares compatíveis com a tecnologia no mercado, a conexão só deve chegar ao Brasil em 2020.