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Os celulares podem ouvir o que falamos?

Descubra os mistérios das propagandas online que casam direitinho com as suas conversas ao lado do celular

É. Parece que seu celular pode mesmo te ouvir. Mas não necessariamente como você imagina. Para que isso aconteça, os aparelhos precisam de um “gatilho”, como por exemplo, quando você vai programar o seu despertados para trabalhar no dia seguinte e fala “Google Ok” para que o assistente faça isso por você.

Ou seja, quando falamos que há a necessidade de uso de um “gatilho”, estamos afirmando que as informações captadas por voz ficam apenas ali no seu celular.

No entanto, quando se trata de redes sociais e os acessos de aplicativos terceiros que você fornece, sim, esses seus dados passados por voz podem e vão ser compartilhados com terceiros.

O que dizem os especialistas?

Segundo o Dr. Peter Henway — consultor sênior da empresa de cybersegurança Asterix, e ex-professor e pesquisador da Edith Cowan University – “…de tempos em tempos, trechos de áudio vão parar nos servidores [de outros aplicativos como o do Facebook], mas não sabemos oficialmente quais são os gatilhos para isso… Seja horário, localização ou uso de certas funções, com certeza os aplicativos estão pegando aquelas permissões de uso de microfone e as usando periodicamente. Esses dados são enviados em formato criptografado, então é muito difícil definir o gatilho exato.”

Isso tudo quer dizer que uma simples conversa no direct do Instagram com um amigo sobre o fato de você estar precisando comprar uma nova TV poderia ser esse tipo de “gatilho” tão comentado. No entanto, empresas como o Facebook, por exemplo, negam isso para sempre e com toda a certeza.

O Google já é mais sincero quando assunto é registro de conversas. Sim, ele afirma que escuta suas conversas de texto ou por voz, o que faz todo o sentido, afinal, como ele vai nos enviar campanhas de marketing com exatamente aqui que precisamos? 

No entanto, apenas o Google faz esse tipo de confissão que faz sentido, até mesmo, para suas políticas de privacidade, que permitem esse tipo de captação e uso de dados. Peter insiste em afirmar que esse tipo de informação de dados de usuários não é vendida, mas ele garante que órgãos do governos podem ter acesso a elas quando quiserem, mesmo que isso seja ilegal no seu país.

Mesmo que as empresas não fiquem com dados mais sigilosos e pessoais, como o CPF, elas sabem quais são os hábitos de consumo de produtos, serviços e conteúdos na internet. E de todo mundo.

Precisamos tomar cuidado com o que falamos?

Hoje em dia não porque as empresas ainda não estão mexendo com os dados mais íntimos das pessoas e vendendo-os. Mas em um futuro bem próximo, dependendo da evolução desse tipo de captação de comportamento do usuário, seja necessário ter cuidado sim.

 

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