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Metal Gear Survive – Review

Metal Gear Survive oferece uma série de novas ideias e abordagens, com uma jogabilidade e identidade própria

Metal Gear Survive é um game da franquia Konami, que marca uma nova era nos produtos da fabricante, a partir de um incrível spin off. Disponível para PC

, PlayStation 4 e Xbox One, o título revisita a obra de Hideo Kojima e incorpora uma série de novas conceitos e abordagens, além de jogabilidade e identidade próprias.

A premissa do game é bastante curiosa: “Monitore suas necessidades básicas, evolua seu equipamento e sua base central, gerencie seus artefatos e não se esqueça de distribuir seus pontos de habilidade para evoluir o personagem”. Uma mensagem clara aos fãs de que, tudo será diferente, no entanto, dentro do mesmo universo, de alguma maneira.

 

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Enredo e jogabilidade

 

Quanto à jogabilidade, os controles funcionam bem, sem qualquer dificuldade e com as mesmas mecânicas das versões anteriores. É bastante interessante a quantidade de possibilidades de criação de novos objetos e possibilidades dentro do game.

É possível também customizar o personagem, mudando sua aparência. Toda a evolução e itens do personagem que são criados no modo single player também podem ser utilizados no modo multiplayer e vice-versa.

A trama de Metal Gear Survive segue as viagens alucinantes da franquia. O jogador é lançado em uma misteriosa realidade alternativa e tem que se virar para sobreviver.

Enquanto isso, ele deve encontrar outros membros de seu antigo esquadrão e de outras missões que foram mandadas para lá. Além disso, deve evitar a invasão de criaturas parasitas que invadem os corpos dos mortos deixando-os com aspecto de zumbis com cabeças de cristal.

A Konami deixou o game focado em estratégias de combate em grupo e sobrevivência. O jogador tem à sua disposição um arsenal razoavelmente variado. Os recursos são escassos, mas é possível destruir os zumbis com armas de fogo ou técnicas de combate corpo a corpo com facas, lanças e bastões.

O sistema de sobrevivência adicionou alguma dificuldade ao obrigar o jogador a administrar seus índices de fome, sede e, posteriormente, de oxigênio.

 

Sobrevivência

 

Para começar, o subtítulo “Survive” não é à toa. Isso porque, o game coloca o jogador na pele de um dos soldados da Mother Base. Após a concepção do personagem, ele é lançado em um longo tutorial. Nele está descrito como tudo funciona e o que precisa ser feito.

O universo de Metal Gear Survive é bastante opressor, o que pode deixar o game um tanto cansativo. Administrar o vigor do personagem é importante, já que andar normalmente ou agachado, já consome a barra de energia.

Para recuperar a energia é preciso ficar parado, o que pode ser bastante perigoso em situações de combate. Por isso, uma boa opção para conseguir descansar, é recrutar mais soldados, reforçar a base com cercas e sentinelas para defendê-la dos ataques dos zumbis.

 

Zumbis por toda parte

 

Criticado pelos fãs por conta dos famigerados zumbis, o título deixa a desejar pela falta de variação dos zumbis e pela falta de desafio que eles impõem. As criaturas podem localizar o personagem pelo som ou pela visão, mas quando estão sozinhas são lentas e pouco inteligentes, ou seja, oferecem pouco perigo.

 

Modo Multiplayer

 

Nos trailers de anúncio, o Metal Gear Survive parece ser um jogo focado no multiplayer, mas não é exatamente assim. O multiplayer no game da Konami é completamente opcional. Ele funciona com um grupo de até quatro pessoas que defendem um gerador de Buracos de Minhoca, enquanto tentam se livrar dos inimigos.

Para isso, eles contarão com novas armas e vários elementos retirados da própria série principal.

 

Gráficos

 

Rodando com Fox Engine, o game da Konami entrega gráficos satisfatórios. As texturas dos zumbis e os efeitos de iluminação são muito bons. Entretanto, a paisagem do ambiente e as características dos animais muitas vezes deixa a desejar.

O personagem principal, apesar das opções de customização, contam com poucos detalhes na renderização durante o gameplay.

Por fim, a direção de arte é um tanto regular. A repetição de cenários, inimigos e animais acabam por potencializar a natureza já cansativa do jogo. Para um jogo de sobrevivência, isso é bastante problemático, porque não apresenta qualquer tensão ou surpresa.

 

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