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Leilão do 5G deve gerar menos receita do que outros países

Leilão de faixas de frequência deve ser realizado após o prazo inicial.

Um dos primeiros passos para a chegada da conexão 5G no Brasil é o leilão das taxas de frequências da nova conexão. Segundo o relator do leilão no país, o conselheiro Vicente Aquino, a transação deve render cerca de R$ 20 bilhões para a Anatel. Caso a estimativa seja confirmada, a arrecadação será menor do que a vista em outros países.

Embora não tenha informado detalhes sobre os cálculos efetuados, Aquino confirmou que metade do valor seria de outorga e a outra meda relativo a compromissos.

O leilão estava previsto, inicialmente, para ser realizado no primeiro trimestre de 2020. Contudo, é possível que esse prazo seja prorrogado. 

Até lá, alguns alinhamentos com os objetivos do governo e outros quesitos devem ser trabalhados. Isso inclui obrigações para garantir a cobertura do sinal 5G em regiões afastadas dos grandes centros urbanos do país.

 

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Leilões incluem prazos e compromissos de instalação da internet 5G

As regras dos leilões realizados em cada país seguem regras diferentes, assim como os prazos e quantidades de faixas oferecidas. No Brasil, as operadoras podem ter até 20 anos para utilização das faixas adquiridas, de 700 Mhz, 2,3 MHz, 3,5 MHz e 26 GHz. Contudo, a Anatel pode definir condições diferentes em alguns casos.

Até agora, o país que alcançou um valor mais alto no leilão das frequências 5G foi a Alemanha. As operadoras locais pagaram cerca de 6,55 bilhões de euros pelas faixas de 2,1 GHz e 3,6 GHz, o equivalente a, aproximadamente R$ 27,5 bilhões.

 

 

Além dos preços mais altos, as operadoras têm obrigações relativas à cobertura e velocidade de navegação. Os compromissos assumidos pela operadoras alemãs incluem instalação em zonas rurais do país e cobertura de banda larga de 100 Mbps (megabytes por segundo) em 98% das residências.

Na Itália, uma única faixa de frequência, de 3,6 GHz, arrecadou 4,3 bilhões de euros, cerca de R$ 18 bilhões. No total, a arrecadação no país chegou a 6,52 bilhões de euros, em quatro faixas disponíveis. O prazo para utilização da frequência varia de 2 a 4 anos.

Em muitos casos, as operadoras que pagaram menos pelas faixas assumiram compromissos de instalação em prazos mais curtos.

O Japão seguiu um caminho diferente para instalação da internet 5G em seu território. Com quatro frequências em disputa (3,6 GHz, 3,8 GHz, 4,5 GHz e 28 GHz), as operadoras japonesas não precisaram pagar os montantes diretamente durante o leilão. Em compensação, as empresas assumiram compromisso de investimento das redes e metas de cobertura para 90% da população do país em um prazo de 5 anos. 

 

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