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Leilão da Anatel propõe cobertura 4G em todo o Brasil em 2024 e nas estradas em 2027

Exigências de infraestrutura variam de acordo com as frequências arrematadas pelas operadoras.

Ainda sem uma data definida, o Leilão de Frequências 4G e 5G da Anatel segue recebendo propostas no texto em análise. Muitas alterações têm relação com as exigências que deverão ser cumpridas pelas operadoras que adquirirem as faixas ofertadas.

Em proposta elaborada pelo relator Emmanoel Campelo, os compromissos das operadoras variam de acordo com as faixas arrematadas no leilão. 

A empresa que levar a frequência de 700 Mhz deve oferecer cobertura da rede 4G em todas as cidades brasileiras até o fim de 2024. Já a cobertura completa da rede nas estradas federais deve ocorrer até o fim de 2027.

 

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De acordo com as regras da Anatel, para que uma cidade seja considerada como coberta pela rede 4G é preciso que ela apresenta pelo menos uma estação de rádio-base. A cobertura nas estradas não inclui a instalação de antenas próprias das operadoras. Dessa forma, as empresas podem fazer parcerias com as concorrentes para compartilhamento de infraestrutura.

As exigências para as operadoras que arrematarem a frequência 2,3 GHz são mais simples. Nesse caso, não há obrigação de cobertura das estradas federais. Contudo, a cobertura de rede 4G deve ser oferecida em todos os municípios brasileiros até dezembro de 2024.

 

Cobertura de fibra óptica está prevista na proposta

A cobertura com fibra óptica também está prevista na proposta do leilão da Anatel. A operadora que adquirir a faixa de frequência de 3,5 GHz será obrigada a cobrir as cidades que não contam com a tecnologia. Novamente, o prazo para finalização é dezembro de 2024. Segundo a Anatel, a capacidade mínima deve ser de 10 GB/s.

Finalmente, as operadoras que levaram a frequência de 26 GHz (ondas milimétricas) ficam livres de exigências adicionais.

Essa proposta ainda não foi aprovada pela Anatel, que pode fazer mudanças no texto ao longo dos próximos meses.

 

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