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Xbox

Lara Croft: The Guardian of Light – Review

Algumas novidades se juntam a elementos conhecidos da série Tomb Raider em um game dinâmico e divertido.

A franquia Tomb Raider e sua protagonista Lara Croft estão entre os nomes mais conhecidos dos games. O jogo Lara Croft and The Guardian of Light, lançado em 2010, foi apresentado mais como um spin off do que a continuação da série. Entretanto, o game não fica devendo nada aos títulos anteriores, ou aos seus fãs.

Entretanto, logo no início já é possível notar algumas mudanças. Para começar, a introdução ganhou uma estética mais próxima de quadrinhos. Além disso, conhecemos Totec, um novo aliado de Lara Croft.

Bem, apesar do novo personagem, o enredo não foge muito do que já é conhecido da série. Dessa vez, Lara Croft está em uma tumba em algum lugar da América do Sul quando encontra o artefato poderoso da vez, o Mirror of Smoke. Como sempre, a protagonista precisa salvar o abjeto das mãos de homens ambiciosos e perigosos e seres sobrenaturais. Aqui, a criatura bizarra principal é Xolotl, um ser maligno que quer recuperar o Mirror of Smoke. Também é nesse ponto que conhecemos totec, já que ele é o tal Guardião da Luz do título, e adversário principal de Xolotl.

Além do enredo familiar, os cenários de Lara Croft and The Guardian of Light também acompanham o que já foi visto em outros games da série Tomb Raider. Afinal, florestas densas, ruínas, rochas, água e abismo foram o ambiente de exploração preferido de Croft.

Em geral, os cenários são bem construídos, mostrando um cuidado com detalhes, e contam com elementos clássicos da franquia. Porém, os ambientes são bem parecidos, o que não deixa muito espaço para surpresas.

 

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Mudança de perspectiva

 

Outra alteração importante que é percebida rapidamente é a mudança de perspectiva. Em Lara Croft and The Guardian of Light, o jogador tem uma visão do alto do cenário, observando todo o ambiente. Quem já se acostumou com a visão em terceira pessoa pode estranhar um pouco, mas não é difícil de adaptar.

Aliás, isso vale para toda a mecânica do game. Sem longos tutoriais desnecessários, é fácil entender os controles principais e partir para a ação. Entretanto, algumas mudanças também aparecem nesse sentido, como o sistema de mira no uso das armas.

Além das pistolas, Lara Croft também conta com um arsenal de lanças e bombas, que podem ser usadas para derrubar os inimigos ou ultrapassar barreiras do cenário.

O foco do game, assim como é esperado da série Tomb Raider, está na coleta de pistas e resolução de puzzles e mistérios variados. Contudo, as cenas de ação são mais frequentes do que nos títulos anteriores. Essa mistura funciona bem, deixando o jogo bem dinâmico, mas sem perder sua essência. A campanha tem um ritmo fluido e ágil, mas sem deixar de ser desafiador, tanto para quem já conhece a série, quanto para os estreantes.

Além das pistas, Lara Croft também encontra uma série de itens colecionáveis que ajudam a melhorar suas habilidades ou energia. Mais um novidade que caiu bem em Lara Croft and The Guardian of Light.

 

Modo colaborativo funciona bem

 

Bem, o aliado Totec não aparece por acaso. Quem optar pelo single player não vai ver muito o personagem por perto. Contudo, no modo colaborativo, Totec mostra sua importância.

A dinâmica entre os dois personagens funciona muito bem e pode transformar o game. Com funções e habilidades bem desenvolvidas, a presença de Totec permite novas situações, que seriam intransponíveis no modo regular.

Logo, jogar sozinho ou com um parceiro são duas experiências completamente diferentes, o que aumenta a vida útil do game após a conclusão da campanha em single player.

 

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