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Fake News! Estudos afirmam que redes 5G não oferecem riscos à saúde

Relatório divulgado revisou versão de 1998 para incluir novas tecnologias, como 5G, 4G, 3H, Bluetooth e Wi-Fi.

Com a evolução da rede 5G, vieram as supostas teorias de que a nova tecnologia poderia causar danos à saúde. Contudo, estudos técnicos diversos afirmam que o uso, e crescimento, dessas redes não representam riscos.

A resposta mais recente vem da Comissão Internacional de Proteção Contra Radiação Não Ionizante – ICNIRP, da sigla em inglês. Segundo os estudos, a implementação de redes 5G acima de 6 GHz não deve afetar a saúde dos consumidores.

A afirmação aparece em uma versão atualizada de um relatório de 1998, revisado para incluir os efeitos da radiação ionizante de diversas tecnologias mais recentes, como Wi-Fi, bluetooth, 3G, 4G e 5G. As pesquisa mais recentes foram realizadas ao longo de sete anos.

“Sabemos que partes da comunidade estão preocupadas com a segurança do 5G e esperamos que as diretrizes atualizadas ajudem a tranquilizar as pessoas”, afirma um dos responsáveis pelo relatório da ICNIRP. 

 

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Estudos incluem recomendações para maior segurança

Apesar de atestar o uso seguro das redes 5G, o relatório inclui algumas recomendações e restrições para as faixas acima de 6 GHz. 

Todavia, essas diretrizes vão afetar mais a configuração do dispositivos, como smartphones, do que estações de radiobase (ERB) ou antenas. 

“As novas diretrizes fornecem orientações de exposição melhores e mais detalhadas, em particular para a faixa de frequência mais alta, acima de 6 GHz, que é importante para o 5G e as tecnologias futuras. O mais importante é que as pessoas se lembrem que as tecnologias 5G não poderão causar danos se essas novas diretrizes forem seguidas”, completa o representante do ICNIRP.

No Brasil, a rede 5G deve trabalhar em faixas de frequência a partir de 26 GHz, segundo prevê a Anatel, que já abriu consulta pública para as diretrizes do leilão de frequências. Contudo, as redes 5G comerciais não devem entrar em funcionamento no Brasil até 2021.

 

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