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Xbox

Dead Cells – Review

Saiba mais sobre esse jogo viciante e desafiador da MotionTwin disponível para Xbox One, PlayStation 4 e outros consoles

Dead Cells foi lançado no final de 2018, como um projeto ambicioso do estúdio francês, MotionTwin. O jogo esbanja originalidade e chama a atenção dos amantes de games por conta da sua incrível arte, aliada a uma história divertida e dinâmica, trazendo uma mistura de Souls Like com Metroidvania, tornando o jogo difícil de ser batido, contudo bastante viciante.

A desenvolvedora entrega um projeto memorável e cheio de desafio. Cada detalhe parece ter sido criado com muito cuidado, e é possível perceber o esmero dos detalhes já nos primeiros minutos de jogo, que já está disponível para Xbox One, PlayStation 4 e outros consoles.

 

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Histórias em segundo plano

Dead Cells segue a mesma linha de Dark Souls. A narrativa é cercada de mistérios e muitas vezes, sem muitas conexão entre os eventos principais. Em alguns momentos parece que não faz a menor diferença o motivo de estar em determinado cenário ou não. O que importa é explorar ao máximo o cenário, matar, morrer, ficar vivo, evoluir e aprender. Dead Cells faz o jogador se interessar por cada novo personagem, levando muita das vezes a história para o segundo plano.

Com um enredo linear, o game é recheado de humor negro em diálogos e animações. Esse senso de humor, acaba deixando o jogo mais leve e divertido. Fãs do gênero vão se identificar com o feeling próximo ao de Castlevania. A ambientação estética é baseada na idade média, mas traz algumas novidades para não perder o tom de originalidade.

História

 

A história se passa em uma ilha e começa quando o jogador encontra uma guerreira que alerta sobre o perigo. O objetivo do jogador é arrumar um jeito de sobreviver, escapando dessa ilha amaldiçoada.

Dead Cells coloca o jogador em um mapa diferente a cada morte. Ou seja, caso o jogador não esteja gostando do mapa onde está, basta se entregar à morte e recomeçar numa experiência totalmente nova. O mais importante é conseguir ficar vivo tempo suficiente para gastar suas células com upgrades que podem ajudar durante a toda a jornada. No entanto, se morrer, o jogador perderá todas as células e não poderá recuperá-las. A evolução de energia é zerada, assim como as armas e o dinheiro.

Gráficos

 

A direção artística de Deald Cells é bastante original, com detalhes ricos e cenários bastante diferenciados a cada fase. Por causa da natureza do rogue-like, os ambientes numa mesma fase são um pouco repetitivos, assim como a variedade de inimigos, que acabam se repetindo até três vezes ao longo do jogo. Seria mais interessante que cada cenário contasse apenas inimigos inéditos.

 

Os efeitos de luz, mesmo num jogo 2D, feito em pixel-art, são bem atraentes. A qualidade das animações dos movimentos dá ainda mais expressividade ao protagonista, sem perda de qualidade por conta arte pixelizada. O cenário de fundo também passa uma sensação de grandiosidade, a partir de elementos que se movimentam sutilmente no primeiro plano.

Trilha Sonora

 

A trilha sonora é baseada em composições com violão, algo bastante surpreendente num game com temática de Dead Cells. Contudo, as músicas casam perfeitamente com o gameplay, dando um contraste interessante ao jogo.

Jogabilidade

Por fim, o sistema de combate do personagem de Dead Cells é bastante ágil, usando vários ataques simultaneamente. Não é fácil avançar de cenários, os inimigos são fortes e perigosos.

No game, o jogador tem uma grande variedade de armas à disposição, seja para comprar, ou através de receitas encontradas para criar armas mais poderosas e melhorar os recursos para sobreviver. Porém, tudo isso vai custar uma grande quantidade de células que são adquiridas ao derrotar os inimigos de cada cenário.

 

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