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Anatel afirma que antenas parabólicas podem atrasar rede 5G no Brasil

Operadoras de telefonia buscam soluções para interferência entre os sinais de antenas e da conexão 5G.

Não é uma surpresa que a nova rede de internet móvel 5G vai levar um tempo até chegar ao Brasil. Nas últimas semanas, a Anatel informou que a instalação da conexão 5G no país encontrou outro obstáculo. 

Alguns testes mostraram que o sinal da nova conexão interfere no sinal de TV aberta captado por antenas parabólicas provenientes de satélites que operam na chamada Banda C. 

Entretanto, esses testes foram realizados pela Anatel em condições extremas. Ou seja, com máxima potência e exposição da rede 5G. Novas rodadas de testes, agora em condições realistas, serão realizadas em breve.

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Possíveis soluções

Para evitar a interferência entre sinais das antenas e da rede 5G, seria preciso que as parabólicas migrassem da Banda C para a banda Ku. Contudo, a mudança integral pode levar até três anos para ser finalizada. 

Isso porque todas as cerca de 12 milhões de antenas parabólicas do Brasil precisam ser adaptadas. Antes disso, a rede 5G não pode ser acionada, por conta das interferências.

Como alternativa, as operadoras de telefonia sugerem a instalação de um filtro nas antenas, com custo individual de R$ 140 a R$ 240. 

Segundo estimativa do IBGE, 60% das antenas parabólicas do país, localizadas em áreas rurais, não iriam precisar desse kit. Essas regiões acessam outras frequências da rede 5G, sem interferência na Banda C. Sendo assim, o custo de instalação desses filtros seria de R$ 460 milhões.

Já a migração da banda C para a banda Ku seria de, aproximadamente, R$ 2,9 bilhões, se considerados apenas os usuários que estão no cadastro Único dos programas sociais do governo federal. Incluindo todas as parabólicas no país, o custo sobe para R$ 9,6 bilhões. 

Além disso, a migração completa levaria cerca de 3 anos. Só então as operadoras poderiam trabalhar com a rede 5G.

A previsão é de que os novos testes sejam concluídos em novembro de 2019. Só então será apresentada uma posição oficial em relação a esse problema.

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