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Dicas e curiosidades

7 coisas que as crianças não devem fazer na internet

Acompanhar as atividades online dos pequenos é o mais importante.

Existe toda uma geração que já nasceu com acesso à internet. Jovens que nem imaginam um tempo em que as pesquisas escolares eram feitas em bibliotecas e enciclopédias. Ou que para ouvir as músicas dos seus artistas preferidos, você precisava comprar um CD (ou LP!) ou contar com a boa vontade dos DJs de rádios. Videoclipes? MTV, e olhe lá!

Bem, sem dúvidas, o crescimento e a popularização da internet trouxeram uma série interminável de vantagens. Contudo, esse mundo online também representa uma preocupação a mais para pais e responsáveis. Afinal, como garantir que as crianças estejam em segurança enquanto navegam na internet?

O primeiro passo, sempre, é muita conversa. Explicar para os pequenos que os cuidados ao navegar na internet devem ser os mesmos do que na “vida real” é essencial. Alguns aplicativos e programas que bloqueiam conteúdo impróprio para determinadas idades ou que determinam um tempo máximo de navegação também podem ajudar bastante. E, claro, ficar sempre de olho no que os pequenos fazem na internet.

Vale lembrar que essas são algumas dicas básicas. Para ter certeza de que as crianças vão navegar em segurança, o ideal é perguntar a profissionais como pedagogos e psicólogos infantis.

 

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Veja 7 coisas que as crianças não devem fazer na internet:

 

1 – Esconder qualquer atividade dos pais

 

Independente dos bloqueios e restrições instalados no computador ou smartphone, é sempre importante que os pequenos saibam que nada deve ser um segredo. Explique para as crianças que elas podem falar tudo para um adulto no qual ela confie, seja o pai, a mãe ou outro responsável. Sem colocar medo, fale que a internet está cheia de gente que não é legal, e que pode enganar as outras pessoas. E que nada deve ser feito sem que os responsáveis saibam, já que a prioridade deles é sempre o bem estar das crianças.

Todo mundo sabe que os pequenos podem ser muito questionadores, então o melhor caminho é falar a verdade. Claro que respeitando os limites de compreensão de cada idade. Mas eles devem saber que o papai, a mamãe, os avós ou outros adultos próximos estão ali para fazer o melhor por eles.

 

2 – Passar muitas horas na internet

 

O ideal é que as crianças tenham um limite de tempo na internet, seja com tablets ou smartphones ou no computador. Algumas pesquisas que, para crianças de até 12 anos, o ideal é que esse tempo seja de, mais ou menos, duas horas por dia.

Mais uma vez, sites, programas e aplicativos variados podem ajudar a monitorar o tempo gasto em sites e aplicativos. Também é possível definir bloqueios de acesso após certo tempo de navegação ou em determinados horários.

 

3 – Acessar sites fora da classificação etária

 

Assim como você, as crianças podem encontrar de tudo e mais um pouco no Youtube, Google e outros sites. Para evitar esses acessos, mais uma vez, é possível bloquear sites e conteúdos no computador ou dispositivo móvel. Como alternativa, libere versões e apps específicos para crianças, como o Youtube Kids, Netflix Kids e apps de canais infantis, como Discovery Kids.

O mesmo vale para joguinhos. Bloqueie o download de jogos com classificação etária mais alta do que a idade dos pequenos.

 

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Isso vale para o computador e smartphones. Crie perfis próprios para a navegação dos pequenos. Dessa forma, você pode configurar todos os bloqueios necessários de acordo com a idade deles, seja para sites, jogos e aplicativos.

De preferência, não deixe que eles saibam a senha das áreas de trabalho que não contem com essas restrições.

 

5 – Ter redes sociais com perfis abertos

 

Embora muitas redes sociais tenham uma classificação etária, pode ser bem difícil permitir que as crianças a partir de uma certa idade tenham seus próprios perfis. Uma alternativa é permitir apenas o uso de perfis bloqueados para estranhos, ou seja, que só podem ser visualizados após aprovação. Explique que, assim, a gente sabe quem está vendo o que a gente posta online.

Vale lembrar que essa exceção só vale para crianças já um pouco mais velhas, digamos perto dos 11 ou 12 anos. Nessa fase, a interação com os amigos também passa muito pelas ferramentas online. Crianças com essa faixa etária já podem entender melhor algumas restrições impostas pelos pais (mesmo que elas não curtam muito a ideia).

 

6 – Falar com estranhos e publicar informações pessoais em redes sociais

 

As redes sociais, sem dúvidas, estão entre os maiores pontos de atenção com as crianças online. Site como Twitter, Facebook e Instagram são muito usados por pessoas mal intencionadas. Mais uma vez, fale a verdade e explique que, assim como não se deve falar com estranhos na rua, não podemos falar com estranhos nas redes sociais. E muito menos falar informações pessoais como a escola em que estuda, onde o pai e a mãe trabalham, nome completo e telefone das pessoas da casa ou nenhum outro hábito da família,

 

7 – Ter perfis em redes sociais escondido dos pais

 

Ao permitir que as crianças tenham suas próprias redes sociais, os responsáveis devem acompanhar as suas postagens, amigos e contatos. Esse é outro momento em que vale traçar um paralelo entre o mundo real e o mundo online. Por exemplo, você pode falar que, assim como conhece os amiguinhos de escola deles, também deve saber quem são os amigos da internet.

Outra alternativa é exigir o conhecimento das senhas de acesso de seus perfis. Assim, você pode acompanhar quais são as interações online dos pequenos.

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