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3 mitos sobre o armazenamento em nuvem

Descubra se o armazenamento em nuvem é a melhor opção para você ou para sua empresa.

Quando falamos em armazenamento em nuvem, é bom lembrar que esses serviços são oferecidos em níveis diferentes.

Por exemplo, para uso pessoal, o armazenamento em nuvem pode ser uma maneira de guardar fotos e arquivos sem ocupar espaço no computador ou smartphone. Alguns exemplos são os apps Google Fotos, OneDrive e o próprio Google Drive e outros serviços da Microsoft, do Google e da Apple. Além de economizar a memória interna, você pode acessar seus arquivos a partir de qualquer dispositivo com internet, por meio do login e senha das contas criadas.

No caso de documentos, essa alternativa também é interessante para trabalhos de edição em equipe. Afinal, dividir o acesso de um arquivo em nuvem é muito mais fácil do que ficar trocando e-mails a cada alteração.

Entretanto, essas são apenas algumas das muitas possibilidades do armazenamento em nuvem. Em larga escala, esses serviços são muito usados por empresas. As vantagens são bem parecidas. Por exemplo, há a economia de espaço físico. Pois, com armazenamento em nuvem não há necessidade da montagem de um servidor local. Além disso, esses sistemas oferecem ferramentas que ajudam bastante no gerenciamento dos dados.

Apesar das vantagens, muita gente ainda fica com um pé atrás em relação ao armazenamento em nuvem. As principais reservas são sobre a segurança oferecidas por esses sistemas. Por isso, vamos esclarecer alguns mitos sobre o armazenamento em nuvem:

 

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1.Armazenamento em nuvem não é seguro

 

Bem, é claro que existem diversos provedores que oferecem diferentes níveis de segurança. Contudo, em geral, os dados permanecem em alta segurança nos sistemas de armazenamento em nuvem. Essa afirmação vale principalmente, para sistemas que oferecem serviços para empresas, já que muitas vezes as informações são confidenciais.

Atualmente, os sistemas de armazenamento em nuvem apresentam várias camadas de proteção, com o que existe de mais novo em tecnologia da informação. Primeiro, existe a segurança física do próprio data center, para evitar erros ou entradas não autorizadas. Depois, são mais algumas camadas de proteção virtual, que evitam o acesso de hackers ou outros vazamentos.

Muitas vezes, esses protocolos são mais rígidos do que servidores de e-mails e outros serviços virtuais. Essa é a boa notícia para quem faz uso de sistemas de armazenamento em nuvem para arquivos pessoais. Ainda nesse sentido, vale lembrar que um notebook ou smartphone está muito mais suscetível a danos ou uso não autorizado do que um data center profissional, certo?

 

2.A segurança é preocupação exclusiva do servidor

 

Pois é, embora uma grande parte da segurança fique nas mãos dos provedores, os clientes também devem ter alguns cuidados.

No caso de empresas, por exemplo, é essencial que as senhas e acessos de segurança sejam informados apenas aos profissionais capacitados. O ideal é que esse gerenciamento seja realizado, exclusivamente, pela equipe de TI, por exemplo.

Também é preciso ficar de olho em outras ameaças que podem ter acesso aos arquivos pelos próprios computadores dos clientes. Ou seja, a atenção contra vírus, malwares e aplicativos não confiáveis deve permanecer alta, mesmo com armazenamento em nuvem.

 

3.O cliente perde a autonomia em suas informações

 

De jeito nenhum! Ao contratar uma empresa de armazenamento em nuvem, o cliente continua sendo o único que tem autonomia sobre seus dados e informações. Ou seja, os dados não passam a ser propriedade do servidor. A única diferença é que esse data center está fisicamente localizado em outro espaço.

Inclusive, é importante observar os termos do contrato de serviço, para garantir queas informações possam ser removidas ou transferidas do servidor em qualquer momento que o cliente queira.30

 

O mesmo vale para serviços pessoais: apenas o dono de uma conta pode editar, remover ou adicionar arquivos ao sistema de armazenamento em nuvem.